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Professores respondem ao questionário da Apufsc-Sindical sobre os critérios de progressão funcional

Cento e oitenta professores responderam ao questionário da Apufsc-sindical sobre os critérios de progressão funcional. Isto significa cerca de 10% dos professores efetivos da UFSC na ativa. Vários professores utilizaram o verso do questionário para sugestões ou para explicar suas respostas. Veja o resultado:

Questão 1: A avaliação da progressão horizontal deve ser simplificada, sem contagem de pontos, voltada para as atividades de ensino. A análise aprofundada das atividades de pesquisa e extensão deve acontecer somente na progressão vertical.

A grande maioria dos respondentes mostrou-se, decididamente, a favor de uma simplificação da avaliação do processo de progressão horizontal e 54% concordam que ela deve ser voltada à avaliação das atividades de ensino, contra 40% que não concordam. Entre os que não concordam, houve algumas sugestões de que a progressão horizontal entre níveis fosse automática baseada no PAD ou que levasse também em conta outras atividades, como a de administração.

Questão 2: Você entende que a análise da progressão vertical deve se basear numa tabela de atividades e pontos ou num relatório de atividades?

A maioria dos respondentes prefere a tabela de pontos (51% contra 37%). Mas 7% acham que a avaliação deve levar em conta tanto uma tabela de pontos quanto um relatório de atividades.

Questão 3: A questão da subjetividade.

Os resultados estão consistentes com os da questão 2. Apenas 28% dos docentes não admitem a subjetividade. A maioria (56%) admite a subjetividade, mas dentro de limites quantificados e uma minoria (13%) não concorda com tabelas de pontos.

Questão 4: membros externos.

A maioria dos docentes (56%) não admite membros externos nas comissões de avaliação, mas 44% destes docentes ou admitem a presença de membros externos ou são indiferentes à esta questão.

Conclusão

A comissão entende que:

a) A grande maioria dos docentes prefere uma avaliação simplificada no processo de progressão horizontal entre níveis de uma classe e a maioria prefere que esta avaliação se dê baseada nas atividades de ensino e administração;

b) Na promoção vertical entre classes:

I) a maioria dos docentes prefere ser avaliada de acordo com uma tabela de pontos;

II) admite que há itens de produção que exigem subjetividade na atribuição de pontos, mas prefere que esta atribuição se dê dentro de limites previamente quantificados;

III) esta maioria também concorda que há itens da produção docente em um relatório de atividades que não estão previstos em uma tabela e que precisariam ser levados em conta na avaliação da progressão vertical;

c) Os docentes, em sua maioria, querem segurança e preferem que os critérios de promoção entre classes sejam estabelecidos de forma suficientemente clara e transparente, que possibilite aos docentes saberem o que fazer durante o seu período de 6-8 anos em uma classe, para serem promovidos à classe seguinte.

d) A comissão entende que os professores estão indicando que precisam de segurança: que as regras de progressão vertical sejam claras transparentes, de modo a permitir aos colegas saberem o que fazer para serem promovidos de uma classe à outra, mas admitem que há atividades docentes que não podem ser previstas em uma tabela.

 

Para baixar o PDF da pesquisa clique aqui.

Manchete

Comissão de Progressão Funcional da Apufsc


Postado

11.maio | 2011


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